Nadar na piscina ou no mar: afinal, qual é a melhor opção?

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Os nadadores que têm o privilégio de morar em cidades praianas sempre ficam na dúvida entre nadar na piscina ou no mar. Afinal, existe diferença entre praticar a atividade em piscina ou em águas abertas? Se existe, qual das duas modalidades é a melhor?

Primeiro, precisamos salientar que, sim, existe diferença. Ambas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens, portanto, tudo depende do gosto de cada atleta. A seguir, vamos explicar melhor quais são as diferenças entre nadar na piscina ou no mar. Acompanhe!

Trabalho dos músculos

Embora o esporte seja o mesmo, cada modalidade exige um esforço maior do praticante. Na piscina, os bíceps braquial, bíceps femoral, ombros e glúteos são os músculos mais trabalhados. Já no mar, além dos músculos já citados, a carga também é maior para o iliopsoas, os músculos da região lombar e a musculatura do pescoço.

O trabalho dos músculos talvez seja o que mais diferencia a natação na piscina ou no mar. É claro que o mar exige mais esforço do atleta, pois você precisará nadar no sentido contrário das ondas. Mas isso não significa que um treino em piscina não possa ser intenso.

O esforço no mar também tende a ser maior por causa da temperatura e da densidade da água salgada, que é superior à da água doce. Mas os atletas inexperientes em águas abertas podem fazer uso de trajes especiais que ajudam na flutuação.

Técnicas de respiração

Desde o primeiro dia de aula de natação, você deve ter ouvido que é preciso respirar alternando para os dois lados, certo? Essa técnica pode ser aplicada nas piscinas, no entanto, no mar a realidade tende a ser diferente.

Dependendo da direção e da força da onda, é preciso alternar as respirações laterais com uma respiração frontal para corrigir a direção do nado. A respiração frontal também é necessária, pois o mar não tem demarcações como na piscina. Sem olhar para frente o atleta não saberá para onde está indo.

Segurança

É óbvio que a piscina é um ambiente muito mais seguro. O mar é cheio de adversidade, já que várias situações inesperadas podem acontecer. Portanto, não podemos dizer que nadar no mar não é um esporte perigoso. A boa notícia é que existem alguns truques que podem tornar essa modalidade mais segura.

Se você pretende nadar em águas abertas, nunca vá sozinho. Ter uma companhia é essencial para controlar a sensação de medo. Organize seus treinos para que você sempre esteja acompanhado de um amigo com um caiaque ou uma prancha. Caso algum imprevisto aconteça, jamais entre em pânico, pois você pode acabar se afogando por puro desespero.

Agora que você já sabe quais são as principais diferenças entre nadar na piscina ou no mar, poderá escolher a melhor opção para o seu caso. É preciso reforçar que os nadadores iniciantes devem melhorar a técnica nas piscinas antes de tentar enfrentar as águas abertas, combinado? Bom nado!

Gostou do texto? Quer saber mais informações sobre natação? Se sim, conheça agora quais são as modalidades de nado e saiba qual aprender primeiro!

Higiene para natação: 5 recomendações necessárias nas piscinas

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Os exercícios físicos em locais públicos sempre exigem cuidados que ajudam a evitar a proliferação de doenças. A higiene para natação, por exemplo, é fundamental para que os nadadores não fiquem expostos nas piscinas, trazendo mais segurança para a atividade.

Inclusive, conhecer as orientações de higiene tornou-se ainda mais relevante no contexto da pandemia do coronavírus. Essa doença é bastante contagiosa, trazendo a necessidade de distanciamento social e aumentando os cuidados que devem ser tomados pelos nadadores.

Neste post, mostraremos 5 recomendações de higiene para natação que são necessárias ao frequentar uma piscina. Saiba já como agir e evitar a proliferação de doenças!

1. Evitar entrar na piscina se estiver com sintomas de alguma doença

O primeiro princípio básico de higiene para natação é não entrar na piscina quando estiver com sintomas de alguma doença. Isso vale para qualquer sintoma, como tosse, febre, coriza, dor de cabeça, dor de garganta, falta de ar, dor no corpo, perda de olfato ou paladar, diarreia, entre outros.

Tais sinais indicam que algo no seu corpo não está bem, portanto, é um alerta para que os exercícios sejam interrompidos. Além disso, é uma forma de evitar que algumas doenças, como virose, gripe ou até mesmo a Covid, sejam transmitidas para outras pessoas. Logo, ao senti-los, você deve suspender os treinos e esperar a recuperação completa para voltar a nadar.

Eles também devem ser observados em outros usuários da piscina, sendo importante notificar algum responsável quando perceber que outra pessoa está frequentando o local com algum desses sintomas. Procure sempre ter paciência para lidar com essas situações, afinal, é possível que você reencontre a pessoa em outro momento.

2. Tomar uma ducha ao entrar e sair da piscina

Tomar uma ducha ao entrar e sair da piscina é fundamental para evitar a proliferação de doenças nesse espaço. Essa prática não se trata apenas de uma cortesia higiênica para os outros banhistas, pois é uma medida importante para manter a salubridade da água.

Cloro e outros desinfetantes são usados nas piscinas para matar as bactérias e evitar o contágio de doenças infecciosas. Por isso, ao sair é fundamental tomar a ducha, pois o produto resseca cabelo e pele — embora a exposição a esses níveis químicos seja inofensiva para a maioria das pessoas.

Cada banhista traz para a piscina elementos diversificados, como suor, sobras de produtos de higiene pessoal, entre outras substâncias. Esses componentes interagem com o cloro da piscina e formam compostos orgânicos voláteis, que têm potencial para irritar os olhos e o sistema respiratório, podendo provocar ataques de tosse ou crises de asma.

Portanto, tomar a ducha na entrada e na saída é uma forma de se proteger e, consequentemente, não expor outras pessoas a possíveis doenças e contaminações. Tal hábito deve ser repetido toda vez que a pessoa deixa a piscina por algum motivo e resolver voltar para a água.

3. Respeitar o distanciamento social

O respeito ao distanciamento social é fundamental no ambiente de piscinas, principalmente no momento de pandemia em que estamos vivendo. Os nadadores devem respeitar a distância de 2,5 metros dentro da água, utilizando raias intercaladas. Além disso, é preferível que o espaço seja aberto e com livre circulação do ar.

Fora das piscinas também é preciso tomar alguns cuidados. Esses espaços devem ter um limite de frequentadores, evitando o contato entre as pessoas. Desse modo, é possível evitar aglomeração em cadeiras, banheiros e vestiários — o que é muito importante, já que o contágio pode ocorrer por meio do contato com superfícies externas.

4. Não dividir os acessórios e equipamentos individuais com outra pessoa

Outro princípio básico de higiene na natação é não dividir os acessórios individuais com outras pessoas. É normal que o nadador utilize alguns equipamentos para ter mais conforto e melhorar o desempenho enquanto nada, como óculos e touca. Esses itens devem ser de uso individual, ou seja, não podem ser compartilhados com algum colega.

Essa é uma forma de evitar que doenças sejam transmitidas, visto que os acessórios estão em contato direto com o seu corpo. Portanto, se alguém ou você mesmo se esquecer desses equipamentos, evite a tentação de compartilhá-los, pois essa é uma forma de se proteger e garantir a saúde.

Além dos acessórios utilizados para nadar, outros objetos também não devem ser compartilhados, como garrafa de água ou toalhas. O princípio é o mesmo da touca e dos óculos, já que algumas bactérias podem se proliferar por meio desses canais, sendo mais prudente evitar tal prática.

5. Proteger a boca e os olhos

Algumas atitudes parecem óbvias, mas nem sempre são seguidas por todos os nadadores. A primeira delas é não engolir ou colocar a água da piscina na boca. A água tem contato com diversas substâncias, que vem do corpo de outras pessoas e dos produtos químicos utilizados para o tratamento.

Sendo assim, é fundamental não colocá-la na boca, pois ela pode provocar irritações e facilitar a ocorrência de alguma contaminação. Essa é uma informação que precisa ser reforçada para as crianças, que muitas vezes não se preocupam com esse aspecto.

Os olhos são outra parte do corpo que merece bastante atenção. Algumas pessoas têm irritações na visão quando ficam muito tempo na água, o que não é sadio. A melhor forma de evitar esse problema é utilizar óculos de natação.

Procure um equipamento que tenha boa qualidade e que esteja no tamanho adequado para você, pois dessa maneira ele evitará que a água atinja os olhos, trazendo mais tranquilidade para a sua atividade física. Além disso, cuide da limpeza dos óculos, de modo a evitar que eles fiquem embaçados e dificultem o seu desempenho.

Neste artigo, compartilhamos alguns hábitos de higiene para natação que são fundamentais para evitar a proliferação de doenças. No contexto de pandemia em que vivemos, é imprescindível redobrar os cuidados, pois isso ajuda a reduzir a probabilidade de uma contaminação. Assim, nadar continuará sendo uma atividade prazerosa e benéfica para a sua saúde.

E então, o que achou das dicas? Se gostou, aproveite para nos seguir no Instagram e no Facebook e ficar por dentro de outros conteúdos importantes sobre o mundo da natação!

Exercícios de respiração para natação: 3 opções para vários tipos de nado

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Um bom nadador se preocupa com diversos aspectos do seu nado, como o alongamento, o tempo de treino e a forma correta de respirar. Aliás, alguns exercícios de respiração para natação podem ajudar a melhorar o desempenho no esporte.

Muitas vezes, os praticantes deixam esse aspecto de lado, não acreditando que tal fator pode impactar o desempenho durante o exercício. Conhecer as técnicas e maneiras de melhorá-las, no entanto, traz mais qualidade para a atividade, diminuindo o esforço feito para nadar.

Neste post, vamos apresentar 3 opções de exercícios de respiração para natação e as melhores técnicas para os diferentes estilos de nado. Veja!

1. Exercícios parados na piscina

Um dos primeiros exercícios que devem ser feitos para respirar melhor é utilizando as bordas da piscina. Mesmo parado, o nadador consegue praticar a quantidade de braçadas e pernadas que deseja, alternando com os momentos para respirações, o que é muito útil para a técnica unilateral e bilateral. Para isso, é preciso repetir a ação de rotação do pescoço para o lado contrário ao braço que está fora d’água, ajudando a aumentar a precisão para esse momento.

Na técnica unilateral, como o nome já indica, o nadador respira apenas para um lado. Ela é feita em números pares de braçada, ou seja, a cada duas, quatro ou mais. Essa forma de respirar é a mais utilizada por atletas do estilo crawl, pois com a movimentação constante dos braços, torna-se mais fácil utilizar o lado dominante.

A respiração bilateral também é uma técnica utilizada no nado crawl, sendo considerada por muitos a ideal. Ela consiste no ato de respirar dos dois lados do corpo. Portanto, o respiro acontece sempre em uma braçada ímpar, sejam três ou cinco, por exemplo.

2. Utilização de pranchas

Existem equipamentos de natação, como a prancha, que são muito úteis para a aprendizagem da respiração na piscina. Como ela facilita a flutuação, traz mais segurança para que as pessoas tentem o movimento em deslocamento. Com o auxílio dela, é possível treinar as técnicas unilateral, bilateral e frontal.

A respiração frontal é a técnica utilizada em dois tipos de nado. No borboleta, ela precisa ser rápida, e o queixo mantido na água. A expiração é mais lenta, e acontece assim que a cabeça volta a submergir.

No estilo peito, o atleta respira logo depois que empurra a água com os braços e, assim, consegue projetar a cabeça para fora. A utilização da prancha também é uma boa solução para melhorar as respirações.

3. Aproveitamento dos movimentos

Mesmo com o nariz não estando completamente submerso durante a atividade, é interessante encontrar o melhor ritmo para respirar no nado costas. Um bom método é respirar quando o braço estiver no nível mais alto fora d’água e segurar o ar por quanto tempo for possível. Além disso, você pode fazer movimentos de rotação com a cabeça, como forma de treinamento.

Neste post, mostramos alguns exercícios de respiração para natação que podem ajudar a melhorar o desempenho durante a atividade. Esse é um cuidado importantíssimo para quem deseja intensificar os treinos, pois ajuda a aumentar a velocidade, a resistência e os tempos de nado.

Gostou das dicas? Se sim, aproveite para saber, agora mesmo, como fazer um treino de natação e os melhores exercícios!

Conheça os benefícios da natação para a qualidade de vida

Vida Saudável

Encontrar uma atividade física que seja prazerosa e que traga benefícios para o corpo é muito importante para quem deseja ter uma vida saudável. A natação e qualidade de vida andam lado a lado, sendo que a prática desse esporte traz diversos elementos bons para o cotidiano dos praticantes.

A natação é uma atividade que traz prazer, com baixo risco de lesões e que pode ser praticada por pessoas de todas as idades. Desse modo, é interessante incentivar os filhos a praticá-la desde cedo, assim como é essencial que você separe tempo para nadar e cuidar da sua saúde.

Neste artigo, apresentaremos alguns benefícios que a natação traz para a qualidade de vida e como você e sua família podem aproveitá-los. Continue a leitura!

Auxilia na prevenção e no tratamento de doenças

Um dos principais benefícios desse esporte é o auxílio na prevenção e no tratamento de doenças. Os movimentos dos braços, pernas e tronco, junto ao trabalho respiratório, fortalecem a musculatura cardíaca, eliminando a gordura existente ao redor do coração e diminuindo a incidência de doenças cardiovasculares. Isso acontece porque a capacidade de bombear sangue pelo corpo aumenta, o que também estimula a circulação sanguínea.

Além do coração e da circulação, essa atividade também é muito importante para o sistema respiratório. Por ser praticada em um ambiente úmido, ela pode ajudar a reduzir e prevenir os sintomas de asma e bronquite, por exemplo. Desse modo, ela é muito indicada para quem precisa tratar essas dificuldades respiratórias.

O nado também contribui com o fortalecimento dos músculos do tórax, aumentando a elasticidade e o volume dos pulmões por meio da prática de exercícios de respiração — e ampliando a capacidade de absorver oxigênio.

Reduz o risco de diabetes e melhora o colesterol

Os exercícios aeróbios são muito bons para diminuir os índices de diabetes. Um treino intenso na piscina pode queimar até 700 calorias, reduzindo, aproximadamente, em 10% o risco de contrair diabetes do tipo 2.

Outro fator que é benéfico para o praticante é o controle do nível de colesterol. Esse exercício é capaz de balancear os níveis de gordura no organismo, aumentando o nível do HDL, o colesterol bom. Além disso, colabora com a manutenção da saúde das artérias.

Desenvolve a musculatura

Além de trazer diversos elementos positivos para o corpo, a natação é um esporte completo porque movimenta e exercita quase todos os grupos musculares ao mesmo tempo, algo que não acontece em outras modalidades. Desse modo, ela colabora com o desenvolvimento e a definição da musculatura dos membros superiores e inferiores, do peitoral, das costas e do abdômen.

O fortalecimento dos músculos da região central do corpo ajuda a melhorar a capacidade de realizar esforços físicos, auxilia o equilíbrio e também colabora para a manutenção da postura correta. Além desses aspectos, são desenvolvidas a resistência, flexibilidade, mobilidade e elasticidade — elementos importantes para as atividades físicas.

Não compromete as articulações

Uma das preocupações com as atividades físicas durante a infância e em outras fases da vida é o prejuízo que elas podem trazer para as articulações e outras partes do corpo. Esse esporte, por ser praticado na água, é um exercício de baixo impacto e que facilita a prática constante sem grandes riscos de lesão.

A água não exige das articulações o mesmo que uma sessão de corrida, por exemplo. Dentro dela o peso do corpo é menor e os movimentos são realizados de modo mais fluido, por isso, a natação pode ser praticada por pessoas de qualquer idade e por toda a vida, sob supervisão de um profissional.

Colabora com a autoestima

A qualidade de vida de uma pessoa pode ser impactada de forma positiva com a prática regular da natação. Esse tipo de exercício produz hormônios como serotonina, endorfina, ocitocina e dopamina, elementos fundamentais para a autoestima de uma pessoa.

Sendo assim, quem nada pelo menos três vezes por semana, em torno de 45 a 60 minutos, consegue adquirir um bom condicionamento físico e estimular a produção desses hormônios. Além disso, as aulas de natação costumam acontecer em grupos, o que possibilita novas interações e, quem sabe, amizades — outro aspecto que ajuda a levantar a autoestima.

Favorece a memória e concentração

O nadar não traz benefícios apenas para a parte física, mas também ajuda nos aspectos mentais. Praticar esportes com intensidade moderada ajuda a melhorar a atividade cerebral, contribuindo em aspectos como memória e concentração.

As atividades físicas regulares aumentam a produção e a liberação de serotonina e endorfina pelo organismo, deixando o cérebro de seus praticantes em estado de alerta e mais concentrado. Isso é importante para melhorar a produtividade no trabalho, nos estudos e em tarefas simples do cotidiano.

Além disso, a atividade aeróbica favorece a oxigenação do corpo, sendo que o cérebro é beneficiado pelo aumento da atividade intelectual, o que também potencializa o raciocínio.

Colabora com o emagrecimento

Ainda que o esforço de um nadador não aparente ser tão pesado quanto o de um atleta de musculação, uma aula de natação pode queimar, em média, de 500 a 600 calorias por hora. Para que o gasto calórico seja ainda maior, é interessante revezar os estilos de nado, pois isso proporciona diferentes estímulos cerebrais e não permite que o corpo se acostume com o exercício.

Como a água é cerca de 800 vezes mais densa do que ar, ela exige que o nadador faça um esforço muscular e respiratório maior do que um corredor, por exemplo. Sendo assim, o aumento no gasto calórico provocado por essa atividade, junto a bons hábitos alimentares facilita o processo de emagrecimento, trazendo resultados legais para quem deseja perder peso.

Neste artigo, apresentamos como natação e qualidade de vida se relacionam e como essa atividade é importante para quem a pratica. É fundamental colocar esse exercício na rotina de toda a sua família, pois ele traz vantagens para crianças, adultos e até mesmo idosos. Com o acompanhamento profissional, é possível garantir os benefícios da natação para a saúde familiar.

Gostou de aprender um pouco mais sobre este tema? Então, aproveite para ler outro artigo de nosso blog que traz 6 dicas de como respirar na natação para melhorar o desempenho no esporte!

Alongamento para natação: 5 opções para adotar na sua rotina de treinos

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Nadar é uma atividade que traz muitos benefícios para a saúde, tanto física quanto mental. Mas uma boa preparação é essencial para aproveitar ao máximo o tempo na água. O alongamento para natação é uma prática importantíssima para que esse exercício seja prazeroso e saudável.

Com o alongamento correto, é possível reduzir o risco de entorse articular, lesão muscular, problemas de postura na coluna. Ele também promove o desenvolvimento da consciência corporal e contribui com o fortalecimento dos músculos. Você pode se alongar de diversas maneiras, dependendo dos seus objetivos, condição física e necessidades.

Pensando nisso, apresentaremos 5 opções de alongamento para natação e como elas podem tornar essa atividade mais segura e prazerosa. Confira!

1. Braços

Antes de começar o alongamento, é interessante caminhar balançando os braços amplamente para aquecer de dois a três minutos. Depois disso, mantenha as costas alinhada, os braços esticados junto ao corpo e levante a parte de cima dos ombros em direção a cabeça até sentir uma leve pressão no pescoço. Fique nessa posição por cinco segundos e depois relaxe. Refaça o exercício por três vezes.

2. Ombros

Para alongar o ombro e parte das costas, você pode ficar em pé, com os joelhos levemente flexionados. Com a mão esquerda, segure a lateral do braço direito acima do cotovelo. Fique por 15 segundos nessa posição e depois faça o mesmo ritual com o outro braço.

Ainda para os ombros, os braços e o tórax, você pode entrelaçar os dedos atrás das costas e virar de modo devagar os cotovelos para dentro enquanto estica os braços. Mantenha essa posição por 15 segundos.

3. Quadril

Para alongar a parte superior de tendões e o quadril, segure a lateral do tornozelo com uma das mãos. Mantenha um dos antebraços em volta do joelho flexionado. Delicadamente, puxe a perna como um todo na direção do tórax. Fique 10 segundos nessa posição e depois execute o alongamento com a outra perna.

4. Coluna

Esse exercício deve ser feito sentado. Estique a perna direita e mantenha a esquerda flexionada, passando ela por cima da perna esticada. Depois disso, puxe o joelho na direção do quadril até sentir que está alongando e permaneça nessa posição por 10 segundos. Refaça o exercício com a outra perna.

5. Região pélvica

Já para cuidar da sua região pélvica, coloque uma perna flexionada na frente e estique a outra perna com o joelho apoiado no chão. Coloque as mãos sobre as coxas, logo acima do joelho, com os braços esticados. Permaneça nessa posição por 15 segundos e depois repita os passos com o outro lado do corpo.

Neste post, trouxemos alguns exemplos de alongamento para natação. Essa é uma prática fundamental para quem gosta de nadar, pois torna a atividade mais produtiva e evita dores e lesões que podem surgir. Por isso, lembre-se de alongar antes e depois dos treinos, mantendo sempre a postura correta e preservando o seu corpo.

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História da natação: veja como o esporte evoluiu ao longo do tempo!

Você Sabia?

O ato de nadar existe há milhares de anos. Muitas pessoas encaram essa atividade como um hobby, enquanto outras participam de campeonatos oficiais e ganham a vida fazendo isso. Sem contar que ela tem uma grande utilidade para diversas profissões, como salva-vidas, bombeiros, marinheiros, pescadores etc.

Mas você sabe como a prática surgiu e se tornou uma das modalidades mais apreciadas mundialmente? Foi pensando nisso que decidimos criar este artigo com o resumo da história da natação. Continue a leitura e aprenda várias curiosidades sobre o esporte mais completo de todos!

Como a natação surgiu?

A natação acompanha o homem desde que o mundo é mundo. Nadar é um instinto básico que está diretamente ligado à evolução humana, então não é possível dizer com precisão quando essa atividade foi praticada pela primeira vez.

No entanto, existem relatos históricos muito antigos que citam a importância da natação. Os primeiros registros dessa atividade foram encontrados em pinturas rupestres de cerca de 7 mil anos atrás, e as primeiras referências escritas são de mais de 4 mil anos atrás.

No Antigo Egito, por exemplo, os filhos dos nobres davam suas primeiras braçadas ainda muito novos. Na Grécia Antiga, muitos nadavam para alcançarem o físico perfeito — posteriormente, a natação passou a fazer parte das olimpíadas gregas. Já em Roma, saber nadar era pré-requisito para se tornar soldado.

Como a natação se tornou um esporte olímpico?

Após as olimpíadas gregas, demorou bastante tempo para que a natação voltasse a ser considerada um esporte. O primeiro torneio oficial aconteceu em 1858, na Austrália. Dez anos depois, Inglaterra e Estados Unidos promoveram seus primeiros campeonatos nacionais.

O esporte só se popularizou em 1896, ano do surgimento dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. A primeira edição do evento foi realizada em Atenas, na Grécia, e contou com provas de 100 m, 500 m e 1.200 m livres em águas abertas.

No Brasil, o marco da oficialização da natação como esporte foi a fundação da União de Regatas Fluminense, em 31 de julho de 1897. O primeiro campeonato em território brasileiro aconteceu já no ano seguinte, com uma prova masculina de 1.500 m nado livre.

Quais são as maiores curiosidades da natação?

Todo esporte é cheio de marcos históricos que servem de inspiração para jovens atletas, e não é diferente com esse que é a estrela do nosso post. Confira as curiosidades mais interessantes sobre a história da natação:

  • em 8 de abril, comemora-se o Dia da Natação e o Dia do Correio — os Correios patrocinaram a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) de 1988 até 2019;
  • a natação é a única atividade física que os especialistas recomendam para crianças com menos de 3 anos de idade;
  • o primeiro campeonato da modalidade, realizado na Austrália, teve uma prova de 440 jardas — o equivalente a pouco mais de 400 m;
  • as competições em piscinas só começaram na década de 1930, com apoio da Federação Internacional de Natação (Fina);
  • a primeira competição de natação para mulheres ocorreu em 1912, na Suécia, e a primeira campeã foi a australiana Sarah Funny Durack;
  • o norte-americano Michael Phelps desistiu de se aposentar após as Olimpíadas de Londres 2012 e foi para a Rio 2016, edição em que se tornou o atleta com mais medalhas conquistadas — foram 28 no total, em cinco participações olímpicas.

A história da natação é tão interessante quanto cair na água e começar a nadar. Essa é uma das atividades mais benéficas para o corpo humano, pois promove a melhora da respiração e da circulação sanguínea, ajuda a prevenir lesões e fortalece os músculos. Se você ainda não pratica, não perca mais tempo!

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