Evolução tecnológica a serviço dos nadadores

Você Sabia?

Desde que Johnny Weissmuller começou a despontar nas piscinas mundiais, no início do século XX, usando o seu traje “macaquinho”, até a última edição dos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro, quando os nadadores voaram nas piscinas com seus trajes de última geração, muita coisa mudou na tecnologia esportiva!

E quando falamos em material de ponta, a Hammerhead, é claro, está no topo do pódio. Quem explicaé o nosso sempre campeoníssimo Fernando “Xuxa” Scherer. “Em 1999, com base em toda a minha experiência, decidi investir no desenvolvimento de artigos de natação com alta tecnologia, pois sei o quanto isso faz a diferença no desempenho do nadador. A primeira linha de trajes competitivos de alta performance lançada pela Hammerhead foi em 2006, com a Hammerskin. Mas nos últimos dez anos a tecnologia evoluiu muito e atualmente trabalhamos com três linhas para competição: Hydroflow, Poweglide Pro e Silver Armour.

No caso dos trajes de competição, a compressão aumenta a oxigenação muscular, reduzindo o ritmo dos batimentos cardíacos e evitando que os músculos se fatiguem rapidamente. Os novos materiais também auxiliam na flutuabilidade e reduzem o índice de atrito do corpo com a água. Isso resulta em maior velocidade com menos gasto de energia e, consequentemente, em um melhor desempenho. Mas é importante ressaltar que a FINA estabeleceu um limite de flutuabilidade e impermeabilidade dos trajes. Isso faz com que os atletas possam competir em condições iguais e não tenham vantagens por usarem o traje de uma marca ou de outra, ou de um modelo para outro.

O nosso traje Hydroflow, por exemplo, é um dos mais leves disponíveis, pesando apenas 135 gramas por metro quadrado. Já o Silver Armour Kneeskin é o primeiro do mundo a integrar fibras de prata ao tecido para maior compressão muscular. As fibras rígidas de prata limitam a distensão do tecido quando um nível crítico é alcançado, aumentando a compressão nas zonas sobrecarregadas, mas sem sacrificar a elasticidade de traje. A prata faz com que a estrutura da roupa aja como uma barreira contra descargas de energia eletrostática – responsáveis por efeitos negativos como contrações musculares, câimbras e fadiga -, aumentando a circulação sanguínea e a oxigenação das células.

Para os atletas de ponta, que batalham por centésimos de segundo, são detalhes que influenciam entre o ouro e a desclassificação. E o nadador profissional que não utilizar um traje de alta performance sem dúvida estará com uma séria desvantagem”, afirma Xuxa.

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